A osteoporose é uma doença que afeta a massa óssea dos ossos, deixando-os mais frágeis e aumentando o risco de fraturas.
Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a condição atinge cerca de 10 milhões de brasileiros, sendo mais comum em mulheres após a menopausa e em pessoas com mais de 70 anos.
Entenda o que é a osteoporose, quais são os seus tipos, sintomas, fatores de risco e opções de prevenção e tratamento. Acompanhe.
O que é a osteoporose?
A osteoporose é uma doença óssea metabólica progressiva que diminui a densidade mineral óssea (massa óssea por unidade de volume), com deterioração da estrutura óssea.
Isso significa que os ossos ficam mais porosos, finos e quebradiços, podendo se romper com traumas mínimos ou até mesmo sem motivo aparente.
As fraturas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, mas são mais frequentes na coluna, no punho, no quadril e no fêmur (osso da coxa).
Trata-se de uma condição silenciosa, que geralmente não causa sintomas até que ocorra uma fratura.
Por isso, é importante fazer o diagnóstico precoce e o tratamento adequado para evitar complicações
Impacto da osteoporose na qualidade de vida
Os efeitos da osteoporose na qualidade de vida de uma pessoa vão além de simples fraturas ósseas.
Imagine precisar reconsiderar atividades que antes eram corriqueiras, como caminhar, dançar ou praticar esportes.
Para muitos, a perda de mobilidade e a possibilidade de cair e sofrer fraturas frequentemente causam ansiedade e limitam a independência.
Além disso, as fraturas, especialmente de quadril ou coluna, podem levar a longos períodos de recuperação e, em alguns casos, a hospitalizações prolongadas.
Isso impacta não apenas a saúde física, mas também a saúde mental, muitas vezes levando a sentimentos de isolamento e depressão.
Por isso, é uma condição que afeta toda a dinâmica de vida do paciente e deve ser prevenida e tratada o quanto antes..
Tipos de osteoporose
Existem três tipos principais de osteoporose, que se diferenciam pela causa e pela idade de início da doença. São eles:
Osteoporose pós-menopausa
A osteoporose pós-menopausa é o tipo mais comum da doença, que afeta mulheres neste período da vida.
Ocorre por conta da queda dos níveis de estrogênio que acelera a perda de massa óssea, que já é natural com o envelhecimento.
Osteoporose senil
Sintoma natural do envelhecimento, a osteoporose senil afeta as pessoas com mais de 70 anos, tanto homens quanto mulheres.
Nessa idade, há uma redução da capacidade do organismo de absorver o cálcio e de produzir vitamina D, essenciais para a formação e a manutenção dos ossos.
Osteoporose secundária
Este tipo é causado por outras doenças ou pelo uso de alguns medicamentos que interferem no metabolismo ósseo.
Algumas das doenças que podem provocar a osteoporose secundária são:
- diabetes;
- hiperparatireoidismo;
- doença renal;
- doença hepática;
- doença celíaca;
- artrite reumatoide;
- câncer;
- entre outras.
Alguns dos medicamentos que podem causar esse tipo secundário são corticoides, anticonvulsivantes, anticoagulantes e hormônios tireoidianos.
Sintomas da osteoporose

Muitas pessoas só descobrem que têm osteoporose após sofrerem uma fratura por um trauma leve ou sem motivo aparente, uma vez que não apresenta outros sintomas.
Contudo, alguns indícios podem apontar para a condição, como:
- Dor na coluna, que pode irradiar para as costelas, o abdômen ou as pernas;
- Diminuição da altura, devido ao encurtamento da coluna;
- Postura curvada, chamada de cifose ou corcunda;
- Formigamento ou dormência nas pernas, causado pela compressão dos nervos da coluna;
- Dificuldade para se movimentar, se vestir ou realizar atividades diárias;
- Redução da autoestima, da confiança e da qualidade de vida.
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Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico da osteoporose é feito pelo médico ortopedista ou reumatologista, através da avaliação dos sintomas, dos fatores de risco e da história clínica e familiar do paciente.
Alguns exames podem confirmar o diagnóstico, bem como a gravidade da doença. Os principais exames para o diagnóstico são:
- Densitometria óssea: exame de imagem que mede a densidade mineral óssea, ou seja, a quantidade de cálcio e outros minerais presentes nos ossos;
- Exames de sangue: avaliam os níveis de cálcio, fósforo, vitamina D, hormônios, entre outros, que podem estar alterados em quem tem a condição;
- Exames de imagem: podem detectar as fraturas causadas pela doença, como radiografia, tomografia computadorizada, ressonância magnética, entre outros.
Fatores de risco para a osteoporose
Por ser uma doença multifatorial, é preciso entender os principais fatores e agir de forma preventiva.
Conheça as principais causas e as formas de prevenir:
Envelhecimento
O envelhecimento é o principal fator de risco para a osteoporose, pois com o passar dos anos há uma diminuição natural da massa óssea, que é mais acentuada após os 50 anos.
Além disso, está associado a outros fatores que podem favorecer a condição, como a redução da absorção de cálcio, da produção de vitamina D, da atividade física e da exposição solar.
Menopausa
Durante e depois da menopausa há uma queda dos níveis de estrogênio acelerando a perda de massa óssea, que já é natural com o envelhecimento.
Estima-se que as mulheres percam até 20% da massa óssea nos primeiros cinco anos após a menopausa, aumentando o risco de surgirem sintomas comuns da doença.
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Medicamentos
Alguns medicamentos podem interferir no metabolismo ósseo, aumentando a perda de massa óssea e o risco de osteoporose. Os principais são:
- corticoides;
- anticonvulsivantes;
- anticoagulantes;
- hormônios tireoidianos.
Esses medicamentos devem ser usados somente sob orientação médica e com o acompanhamento da densitometria óssea, para avaliar o impacto no esqueleto.
Hereditariedade
Fator de risco incontrolável para a doença pois há uma influência genética na determinação da massa óssea e da resistência dos ossos.
Pessoas que têm pais ou parentes próximos com osteoporose, ou histórico de fraturas por fragilidade têm maior chance de desenvolver a doença.
Excesso de fumo e álcool
O hábito de fumar e o consumo excessivo de álcool prejudicam a saúde óssea de diversas formas.
Fumar reduz a produção de estrógeno nas mulheres e de testosterona nos homens, hormônios que protegem os ossos.
Diminui a absorção de cálcio, aumenta a excreção de cálcio na urina, reduz a formação de novos ossos e aumenta a destruição dos ossos existentes.
Já o álcool, por sua vez, interfere na absorção de cálcio e de vitamina D, além de aumentar o risco de quedas e de fraturas.
Imobilização prolongada
A atividade física estimula a formação de novos ossos e fortalece os músculos que sustentam o esqueleto.
A imobilização prolongada, seja por doença, acidente, cirurgia ou repouso, reduz a carga sobre os ossos e leva à perda de massa óssea.
Por isso, é importante manter uma rotina de exercícios físicos adequados à idade e à condição de saúde, sempre com orientação médica e profissional.
É possível prevenir a osteoporose?
Para prevenir a osteoporose é preciso agir desde cedo, pois na infância é quando são formados a maior parte da massa óssea.
Aliado a isso, alguns hábitos saudáveis ao longo da vida mantém a qualidade do organismo, a saúde óssea.
Alguns desses hábitos são:
- Consumir alimentos ricos em cálcio e vitamina D;
- Expor-se ao sol por pelo menos 15 minutos por dia;
- Praticar atividade física regularmente, pelo menos três vezes por semana;
- Evitar o fumo e o álcool, pois ambos prejudicam a saúde óssea, como já explicado anteriormente;
- Manter o peso adequado, pois o excesso de peso pode sobrecarregar os ossos e aumentar o risco de fraturas;
- Fazer o acompanhamento médico regular, especialmente após os 50 anos ou após a menopausa.
Como é o tratamento da osteoporose?

O tratamento da osteoporose tem como objetivos reduzir a perda de massa óssea, aumentar a formação de novos ossos, prevenir as fraturas e aliviar os sintomas.
Envolve medidas não farmacológicas e farmacológicas, que devem ser individualizadas conforme a causa, a gravidade e a evolução da doença.
As medidas não farmacológicas são as mesmas da prevenção, ou seja, hábitos saudáveis, enquanto as farmacológicas incluem o uso de medicamentos que atuam no metabolismo ósseo.
Além dos medicamentos, o tratamento da doença também pode incluir o uso de suplementos de cálcio e vitamina D.
Os suplementos de cálcio e vitamina D devem ser usados com orientação médica, pois o excesso dessas substâncias também pode ser prejudicial.
Uma das formas de prevenir a condição é usar o suplemento Calcitran®, que contém ingredientes que oferecem diversos benefícios para a sua saúde óssea.
A linha de produtos Calcitran® é composta por vários produtos, com ingredientes variados e selecionados para atender as necessidades específicas de cada indivíduo.
Podemos destacar componentes como cálcio citrato malato, magnésio, vitaminas D3 e K2, colágeno tipo II, entre outros, que são nutrientes essenciais que auxiliam a:
- Aumentar a absorção de cálcio pelo organismo;
- Estimular a formação de novos ossos;
- Fortalecer a estrutura óssea;
- Prevenir a perda de cálcio pelos ossos.
O Calcitran® é um suplemento fácil de usar, pois basta tomar um comprimido por dia. É um suplemento seguro, pois não contém glúten, lactose, açúcar, corantes, conservantes ou aromatizantes artificiais.
Conheça a linha Calcitran® e confira todos os benefícios deste suplemento para sua saúde óssea.
Alimentação e Osteoporose
Uma nutrição equilibrada desempenha um papel essencial na prevenção e tratamento da osteoporose.
Cálcio, vitamina D e magnésio são nutrientes críticos para a saúde óssea. Fontes de cálcio incluem laticínios, vegetais de folhas verdes escuras, e alimentos enriquecidos como sucos e grãos.
A vitamina D, por sua vez, é vital para a absorção de cálcio, e pode ser obtida por meio de exposição solar e de alimentos como peixes gordurosos e gemas de ovo. O magnésio também é importante, encontrado em nozes e sementes.
Em casos onde a dieta não atende às necessidades nutricionais, suplementos como os da linha Calcitran® são recomendações para garantir a manutenção da saúde óssea.
Exercícios físicos e osteoporose
Exercitar-se é uma das maneiras mais efetivas de fortalecer os ossos e prevenir a osteoporose.
Atividades de impacto, como caminhada e dança, ajudam a manter a densidade óssea.
Exercícios de resistência, como levantamento de peso, aumentam a força muscular, essencial para suportar os ossos e prevenir quedas.
Alongamentos e exercícios de flexibilidade, como ioga e pilates, são importantes para melhorar o equilíbrio e a coordenação.
Para obter mais informações sobre como manter a saúde dos seus ossos e as opções de suplementação adequadas, consulte um reumatologista.
Conclusão
A osteoporose é uma doença que enfraquece os ossos e aumenta o risco de fraturas.
Vimos que as causas são decorrentes de variados fatores, como o envelhecimento, menopausa, uso de medicamentos, entre outros.
A prevenção é o melhor tratamento, e hábitos saudáveis contribuem para a saúde óssea.
Em complemento, utilize o suplemento Calcitran®, uma linha com produtos com cálcio, vitamina D e outros nutrientes essenciais para a saúde óssea.
Consulte um médico ortopedista ou reumatologista periodicamente e veja os benefícios da linha Calcitran®, o suplemento que vai fazer a diferença na sua saúde óssea.
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